Quarta-feira, 08 de julho de 2026 - Por Divulgação CEMIB
CEMIB inicia produção inédita de animais axênicos no Brasil
Plataforma de vanguarda garante autonomia frente às importações e impulsiona pesquisas de impacto global sobre o microbioma
Imagem CEMIB inicia produção inédita de animais axênicos no Brasil

Em um desdobramento que posiciona a ciência biomédica brasileira na vanguarda internacional, o Centro Multidisciplinar para Investigação Biológica (CEMIB) da Unicamp consolidou um marco histórico. Em junho deste ano, o centro recebeu as primeiras matrizes de animais de categoria sanitária axênica (germ-free) vindas diretamente da Taconic Biosciences, referência global na área. As matrizes tornam possível a produção local desses modelos, eliminando custos e barreiras de importação para cientistas brasileiros. Com essa infraestrutura, o CEMIB oferece o suporte necessário para que pesquisadores de todo o Brasil avancem nos estudos sobre a complexa relação entre o microbioma e a saúde humana. Para garantir que essa nova fase opere sob os mais rigorosos critérios de biossegurança do mundo, a equipe técnica do centro passou recentemente por uma imersão de atualização com especialistas da University of California, San Francisco (UCSF) e Los Angeles (UCLA). A consolidação da Unidade de Modelos Animais Axênicos — primeira no Brasil — foi viabilizada com o apoio da FAPESP. O projeto nasceu de uma parceria estratégica, por meio de um projeto liderado pelo professor Marco Aurélio Ramirez Vinolo, do Instituto de Biologia da Unicamp (IB), em colaboração com pesquisadores de diversas instituições de excelência. A chegada das matrizes marca a retomada de um trabalho iniciado no CEMIB ainda nos anos 80.

Voltar

COCEN

Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa

Rua Saturnino de Brito, 323 - 2º Piso Cidade Universitária "Zeferino Vaz" Barão Geraldo - Campinas/SP CEP: 13083-889

Siga-nos em nossas redes sociais!

+55 (19) 3521-5147

+55 (19) 3521-4911

ACESSE:

© Copyright Cocen. Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por Derivaldo Reis de Sousa