Projetos
12 Projetos de Pesquisa (Dissertação) Fonte: Avaliação Institucional 2009-2013
CASA DA CULTURA DIGITAL: REFLEXÕES E IDEIAS QUE CIRCULAM ENTRE TRABALHO, CULTURA E IDEOLOGIA

Coordenador Principal: Rafael de Almeida Evangelista

Início: 03/2013

Término: 02/2015


Resumo:

Especialistas e ativistas da web apontam o ano de 2003 como um momento em que houve uma mudança de cenário para a cultura pensada no âmbito do digital no Brasil. Naquela época, o cantor e expositor da Tropicália Gilberto Gil assumia o cargo de Ministro da Cultura e trazia consigo ativistas digitais. Nesse contexto, o termo "cultura digital" ganhou força política. Boa parte das discussões acerca do tema circulou pelo ambiente da primeira Casa da Cultura Digital (CCD) criada no Brasil, ainda em 2009, na cidade de São Paulo. A CCD, definida por alguns de seus membros como "uma rede", "uma ideia", um "laboratório de vivências" e uma "incubadora de redes político-culturais", abrigou coletivos culturais, ativistas, jornalistas e hackers em torno de valores, ideais e utopias comuns em um mesmo espaço de trabalho/convivência/debates. A ideia das casas se espalhou e, nos anos seguintes, foram criadas Casas da Cultura Digital nas cidades de Porto Alegre (RS), Belém (PA) e Campinas (SP), Vila Velhas (ES) e Fortaleza (CE), ao passo que cada uma delas tem características próprias e não são espelhos da primeira. A presente pesquisa realiza uma etnografia das ideias da CCD de São Paulo, a casa embrionária, com o objetivo de apontar confluências, relações e filiações que transpassaram o ambiente desta rede. Sob a luz de Barbrook e Cameron (1998) e Turner (2006), esta dissertação procura mostrar, também, as influências dos ideais da geração digital do Vale do Silício, e de que forma essas ideias são apropriadas e ressignificadas quando chegam ao Brasil, sob o recorte da Casa da Cultura Digital. Os membros da CCD ainda se mostram como formadores de opinião sobre a ideia da própria cultura digital no País, mediante a relação direta com o Ministério da Cultura. Ainda, a utopia (Harvey, 2006) se mostra como o fio-condutor das ações dentro da casa. Todos esses movimentos mostram a busca de uma geração, nascida nos anos 1980, em sua maioria, que compartilha um otimismo pelo digital e está em busca de meios de trabalho que fujam do capitalismo industrial, criando um espaço em que opções neoliberais, como o modelo empresa, se cruzam com anseios e a busca por realizações, projetos e transformações sociais. Essas confluências poderiam ser alcançadas se a própria vida fosse colocada e vivida em laboratório e experimentação

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CIÊNCIA DO CAFÉ: TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO SOBRE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O CAFEICULTOR

Coordenador Principal: Germana Fernandes Barata

Início: 07/2014

Término: 02/2015


Resumo:

São diversos os trabalhos desenvolvidos sobre comunicação rural, mas são poucos os que abordam a questão da divulgação científica em áreas rurais. Os estudos de divulgação científica geralmente estão focados no espaço urbano, subestimando o espaço rural, que é um área fundamental para o desenvolvimento científico e tecnológico, sobretudo em países em que a produção agrícola é responsável por importante parcela do Produto Interno Bruto (PIB). Brasil e Colômbia são os países com maior produção cafeeira da América Latina, e a percentagem do seu PIB agrícola, que corresponde a uma média de 23% para o Brasil e 22% para Colômbia, representa a soberania agrícola desses países. Considerando que esses países têm uma forte cultura agrícola, este trabalho realizou um estudo comparativo entre duas regiões produtoras de café do Brasil (Espírito Santo do Pinhal-SP) e da Colômbia (Chinchiná-Caldas), com o objetivo de saber como é o fluxo de informação na transferência de conhecimento sobre C&T no cultivo de café, das instituições de pesquisa para o cafeicultor, além de conhecer as demandas e a produção de conhecimento científico e tecnológico constituídos no campo. A hipótese que se coloca é que os agricultores são concebidos como simples receptores da informação, sem levar em conta que são atores fundamentais do processo de transmissão de conhecimento de C&T. Acredita-se, no entanto que, da parte do agricultor, exista resistência para mudar os modos de cultivo. As atuais alterações climáticas têm provocado transformações no cultivo de café, por isso elas se apresentam como um exemplo entre os atuais desafios para o agricultor, que deve conhecer a informação sobre C&T disponível como apoio para enfrentar o novo cenário climático mundial, e adaptar o cultivo às novas condições. Durante a realização desta pesquisa foram feitas entrevistas semiestruturadas com organizações de cafeicultores (cooperativas), pesquisadores e agrônomos de institutos de pesquisa e órgãos de extensão de cada país. A população amostrada foi constituída pelos diretores, dois cientistas (sendo um de cada país) e as assessorias de imprensa das instituições de pesquisa que fizeram parte da amostra desta pesquisa (IAC do Brasil e Cenicafé da Colômbia); os diretores, dois extensionistas e as assessorias de imprensa das instituições de extensão (CATI do Brasil e Comité de Cafeteros da Colômbia); os gerentes e um agrônomo das cooperativas localizadas nos lugares escolhidos como objeto de estudo (Cooperativa Coopinhal em São Paulo, Brasil, e Cooperativa de Caficultores de Manizales em Caldas, Colômbia); e quatro produtores (pequenos produtores de café), sendo um do Brasil e três da Colômbia. Comprovou-se que o modelo difusionista predomina na comunicação entre instituições e agricultor. Concluiu-se que ainda há muito para ser feito para que a divulgação científica seja incorporada às praticas cotidianas no espaço rural. Esta pesquisa deverá trazer para o debate a questão da divulgação científica que ocorre no campo, onde a informação científica e tecnológica é estratégica para a produção e para a tomada de decisões nas quais há diferentes atores envolvidos

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COMO COMUNICAM OS PALHAÇOS - UM NARIZ VERMELHO FEITO (DE)MÍDIA

Coordenador Principal: Cristiane Pereira Dias

Início: 03/2015

Término: 02/2017


Resumo:

Neste trabalho, concebo o nariz vermelho de palhaço como se fosse uma mídia (um dispositivo intermediador, uma tecnologia de linguagem), que é utilizada por certos artistas em seus espetáculos ou intervenções cênicas afetados pelo imaginário que regula a relação dos mesmos com seus repertórios diversificados e com seus espectadores. Com essa premissa e com base em recortes de depoimentos e apresentações dos artistas participantes desta pesquisa, busco compreender o funcionamento discursivo dessa pequena máscara e dos enunciados dos sujeitos que a vestem em três das distintas áreas da prática palhacesca: rua, hospital e circo-teatro. Fundamentado pelo dispositivo teórico-metodológico da Análise de Discurso de origem francesa (AD), aqui, apresento gestos de leitura sobre os caminhos significantes, no interdiscurso da palhaçaria, que os palhaços Tico Bonito, Tubinho e os dos grupos Nariz de Cogumelo e Instituto HAHAHA percorrem com/frente aos seus públicos. Apoiado em entrevistas semiestruturadas realizadas com esses palhaços (e, em alguns casos, com seus coadjuvantes), exploro como eles interpretam a "relação palhaço-público", tal que se diversifica em seus variados territórios de atuação ¿ em condições de produção discursivas específicas ¿, e colocam o político em/para jogo de diferentes modos. Para as análises, além de trazer à baila a literatura consultada sobre a palhaçaria, debruço-me sobre os recortes das entrevistas e apresentações, refletindo a respeito do modo como os discursos sobre o palhaço e do palhaço fazem circular sentidos de palhaço que constituem uma sua ordem discursiva própria. Portanto, resultam desta pesquisa a compreensão sobre o imperativo do riso (e seus múltiplos efeitos) em operação nos discursos palhacescos, bem como o entendimento do duplo movimento de interpretação dos sujeitos na posição de palhaços cujos corpos e imaginários são conformados por uma máscara. Também é uma consequência deste trabalho perceber como as condições de produção (imediatas e conjunturais) de um espetáculo/intervenção de palhaços e a natureza de seus espectadores: 1) determinam o tipo de relação que os mesmos mantêm entre si; 2) estabelecem a relação com os sentidos de palhaço em circulação

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CONHECIMENTO COMO JUÍZO VERDADEIRO COM LOGOS NO TEETETO DE PLATÃO

Coordenador Principal: Lucas Angioni

Início: 10/2014

Término: 06/2016


Resumo:

Objetivamos compreender a discussão sobre a definição de conhecimento como juízo verdadeiro acompanhado de logos em Teeteto 201c-210d, a fim de verificar qual das alternativas de interpretação recentes é mais compatível com o texto. Para isso, pretendemos analisar esse texto e explorar em detalhe a literatura secundária a respeito dele. (AU)

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CONTEÚDO REFLEXIVO E VALOR INFORMACIONAL DE SENTENÇAS

Coordenador Principal: Marco Antonio Caron Ruffino

Início: 07/2016

Término: 02/2018


Resumo:

Meu objetivo é analisar a proposta trabalhada por John Perry em Reference and Reflexivity e o tratamento dado por ele ao problema de Frege. Perry concebe a ideia de conteúdos reflexivos como ferramental para solucionar o problema em questão entendendo que a diferença informacional de sentenças, que implica uma diferença de ordem cognitiva, se deve a conteúdos de ordem semântica. Segundo Perry, a diferença atitudinal de falantes ocorre porque diferentes conteúdos reflexivos incidem sobre suas atitudes de crença, e por isso, são responsáveis pela diferença atitudinal frente a expressões co-referenciais, porém não-transparentes. Minha ideia é analisar a proposta de Perry frente a objeções que lhe são colocadas com o objetivo de avaliar seu alcance explanatório. (AU)

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DISPUTANDO SENTIDOS EM REDE: CONVENÇÕES E PRÁTICAS SOBRE POLÍTICA E HOMOSSEXUALIDADE NUMA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA NO FACEBOOK

Coordenador Principal: Regina Facchini

Início: 04/2014

Término: 09/2016


Resumo:

Este projeto visa colaborar para a compreensão sobre as novas formas do fazer político possibilitadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação. Insere-se nos estudos de Antropologia da política e dos movimentos sociais, em diálogo com estudos da Antropologia das emoções, e nos estudos sobre gênero e sexualidade, dado que seu objeto empírico são as disputas de sentidos acerca da política, do fazer político e da homossexualidade numa comunidade online voltada para LGBT universitários, com interações offline. O objetivo geral do projeto é compreender o modo pelo qual os sujeitos, com o suporte das novas tecnologias, independentemente de estarem ou não envolvidos no cotidiano da militância LGBT, constroem e disputam convenções, tensionando os limites e significados do que é ou não considerado política e ação política, de modo a construir e reconstruir a homossexualidade como lugar social. Além disso, busca colaborar para o refinamento acerca da compreensão do papel jogado pelas emoções no contexto de mobilizações políticas, em especial as que integram relações online e offline. Trata-se de pesquisa conduzida a partir da observação etnográfica de um grupo de sociabilidade LGBT universitário, no seu contexto online, mas também offline e suas interações, complementada por entrevistas em profundidade, resultando na produção de material empírico que será analisado posteriormente com a revisão de bibliografia relativa a Antropologia das emoções, ao ciberespaço e relações sociais constituídas por e através dele e, em especial, sobre movimentos sociais e política na era da rede. (AU)

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DISPUTANDO SENTIDOS EM REDE: CONVENÇÕES E PRÁTICAS SOBRE POLÍTICA E HOMOSSEXUALIDADE NUMA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA NO FACEBOOK

Coordenador Principal: Regina Facchini

Início: 08/2015

Término: 02/2016


Resumo:

Este projeto é desenvolvimento do projeto de pesquisa de mestrado, sob orientação da professora Regina Facchini, o qual visa a colaborar para a compreensão sobre as novas formas do fazer político possibilitadas pelas Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Insere-se nos estudos de antropologia da política e dos movimentos sociais, em diálogo com os estudos sobre gênero e sexualidade, dado que seu objeto empírico são as disputas de sentidos acerca da política, do fazer político e da homossexualidade numa comunidade online voltada para LGBT universitários, com interações offline. O objetivo geral é compreender as modalidades de ação política possibilitadas a partir de espaços de sociabilidade LGBT online e o modo como tensionam limites, criando e recriando fronteiras, convenções e significados acerca da política, do fazer político, tanto por usuários de redes sociais sem maior envolvimento com o movimento social como por ativistas mais presentes no seu cotidiano. Assim, a etnografia é usada como principal metodologia para a produção de dados, buscando entender a fluidez das interações entre online e offline. Uma revisão adensada de bibliografia relativa a ciberespaço e relações sociais constituídas por e por meio dele, além de literatura referente a movimentos sociais, é utilizada para analisar o material produzido através da metodologia acima. (AU)

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INDEXICALIDADE NOS CASOS DO CONTINGENTE A PRIORI

Coordenador Principal: Marco Antonio Caron Ruffino

Início: 06/2017

Término: 01/2019


Resumo:

Saul Kripke, em sua discussão sobre noções metafísicas e epistêmicas às quais contingência e aprioricidade pertencem, chamou a atenção para o fato de que existem casos em que podemos ter acesso a verdades contingentes de maneira a priori, e além disso, acesso a verdades necessárias de maneira a posteriori. Esta ideia causou desconforto na tradição uma vez que mostrou que as noções de necessidade e aprioricidade não são extensionais como quase sempre se pensou: o contingente a priori constitui um paradoxo intolerável. Houve muita discussão desde que Kripke chamou atenção para este fato: por um lado, os que o interpretam como um problema normalmente argumentam que os exemplos de Kripke, quando analisados a fundo, não podem ser considerados contingente e a priori ao mesmo tempo. David Kaplan, por outro lado, não só aceita a existência de verdades deste tipo, como também acredita que uma propriedade muito interessante de sua teoria dos indexicais é a possibilidade de sentenças análogas aos exemplos do contingente a priori de Kripke. Gareth Evans também defende que existe uma relação muito íntima entre o contingente a priori e os indexicais, isto revelaria uma relação muito interessante entre a indexicalidade e o nosso conhecimento. Motivado pela afirmação de Evans, o objetivo principal deste projeto é estudar a relação entre indexicais e o contingente a priori, mais propriamente, por que os indexicais parecem necessários para os exemplos do contingente a priori? (AU)

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MODELOS EM DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E INTERNET NO BRASIL : QUE CAMINHOS?

Coordenador Principal: Rafael de Almeida Evangelista

Início: 03/2012

Término: 2015


Resumo:

O intuito que motivou esta pesquisa foi, em um escopo mais alargado, perceber em que medida a divulgação científica está mudando com o uso da Internet no Brasil. Mais especificamente, perceber como os modelos de comunicação pública da ciência se confluem no espaço digital e, perceber se, com o advento das tecnologias em rede, estaria surgindo um novo modelo para além das noções de déficit, diálogo e participação em divulgação científica (TRENCH, 2008) como se conhece hoje. Os caminhos apontados pelo estudo, no entanto, fizeram com que se chegasse a outras avaliações, mais interessantes do que o que o plano inicial poderia prever. Ao invés de fazer uma correspondência entre teoria e prática, modelo e aplicação através de uma análise discursiva dos manuais de divulgação científica (para observar como materializam a ideia de “modelo de comunicação pública de ciência”) e da análise de páginas na Internet para saber como déficit, diálogo e participação se manifestam na prática, foi possível revisitar e colocar alguns questionamentos sobre a própria noção de “modelo” e tomar o mapeamento de campo também como problema. A partir daí, foi possível sugerir que o conceito de modulação, de Gilles Deleuze (2000) pode ser um caminho interessante para ajudar a pensar estes modelos, bem como perceber algumas questões que inquietam uma parcela dos divulgadores de ciência no Brasil no que toca sua própria prática – e algumas ideias que informam suas opiniões sobre jornalista, cientista e público. Assim, foi possível perceber, ainda que de forma inicial, que pode ser que modelo e modulação se sobreponham e funcionem sem a necessidade de que um prescinda do outro, embora sejam formulações diferentes. E pode ser que esta seja uma das formas como a divulgação científica aponta para mudanças no meio digital.

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REDE//LABS - LABORATÓRIOS EXPERIMENTAIS EM REDE

Coordenador Principal: Rafael de Almeida Evangelista

Início: 03/2012

Término: 02/2014


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AÇÕES MORAIS NA ÉTICA A NICÔMACO: RAZÃO, EMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO MORAL

Coordenador Principal: Lucas Angioni

Início: 03/2018


Resumo:

Na Ética a Nicômaco, Aristóteles argumenta que cabe ao caráter e à razão delimitar e implementar as ações morais. O texto aristotélico, no entanto, traz inúmeras dificuldades exegéticas e filosóficas quando se tenta definir precisamente qual o papel desempenhado pelo caráter e pela razão nas ações morais. Há um conjunto de passagens na Ética a Nicômaco em que Aristóteles aparentemente defende a seguinte distribuição de tarefas: ao caráter cabe a tarefa de adotar os fins morais, enquanto à razão, representada pela phronesis, cabe a tarefa de delimitar como promovê-los. A divisão de trabalho proposta é problemática, pois ela outorga a função de adotar os fins morais a uma capacidade que Aristóteles classifica como não-racional, além de restringir a jurisdição da razão a apenas encontrar "meios" de alcançar esses fins. Entretanto, em outras passagens, Aristóteles aparentemente argumenta em favor de uma divisão de tarefas diferente dessa. Em tais passagens, o caráter aparece sob a tutela da razão, que lhe serve de guia. As afirmações de Aristóteles parecem revelar uma certa inconsistência na formulação da distribuição de tarefas entre caráter e razão. Minha proposta de pesquisa é investigar as formulações feitas por Aristóteles em relação aos papeis desempenhados pelo caráter e pela razão na promoção das ações morais. Minha principal hipótese de leitura é que a divisão de tarefas deve ser entendida no interior de uma psicologia do desenvolvimento moral.

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